Compra emergencial custa mais caro três vezes: no preço unitário, no frete avulso e nas horas que a equipe gasta atrás de fornecedor disponível. O problema quase nunca é o preço do item. É a falta de previsão.
Na prática, a maioria das operações que atendemos no Rio de Janeiro não tem falta de fornecedor. Tem falta de calendário. O pedido sai quando alguém percebe que o material acabou e, nesse momento, qualquer prazo parece longo e qualquer preço parece aceitável.
1. Separe o que é recorrente do que é eventual
Papel, material de limpeza, EPI e toner têm consumo estável e mensurável. Ar-condicionado, mobiliário e estações de trabalho são projeto. Misturar os dois na mesma requisição é o que faz o setor de compras viver em modo urgência.
Quem mede o consumo dos últimos seis meses já resolve metade do problema de reposição.
2. Defina ponto de pedido, não data de pedido
Consumo médio mensal, mais o prazo de entrega do fornecedor, mais uma margem de segurança. Esse número é o seu ponto de pedido. Quando o estoque chega nele, a compra dispara, independentemente do dia do mês.
Consumo médio dos últimos seis meses
Prazo real de entrega, não o prometido
Margem para picos e imprevistos
3. Reduza o número de fornecedores, não o de itens
Cada fornecedor adicional é um cadastro, um frete, uma nota fiscal e um contato para cobrar. Centralizar categorias diferentes em um mesmo parceiro elimina retrabalho administrativo, normalmente o custo invisível mais alto da operação de compras.
É por isso que a Infore funciona como almoxarifado virtual dos clientes: mantemos em estoque os itens que a sua operação mais consome, com logística própria no Rio de Janeiro e reposição acompanhada por um consultor que conhece o seu histórico.
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