Aprovar uma compra de EPI sem checar três pontos básicos é abrir a porta para autuação, devolução ou, pior, para um equipamento que não protege quem está na ponta da operação.
1. CA válido — e verificado, não só informado
Todo EPI precisa de Certificado de Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho. Não basta o número constar na nota fiscal: vale consultar o CA no sistema oficial e confirmar que ele está ativo e corresponde exatamente ao modelo comprado, não a uma variação do mesmo fabricante.
2. Adequação à atividade
O EPI certo depende do risco real da função, não de um padrão genérico aplicado a toda a empresa. Luva para risco químico não protege contra risco mecânico. Óculos de proteção sem vedação lateral não é suficiente para ambiente com partícula em suspensão. Ficar sem esse detalhamento é comprar equipamento que cumpre tabela, mas não protege o funcionário.
CA ativo e correspondente ao modelo exato comprado
Adequação ao risco específico da função
Tamanho e ajuste corretos para quem vai usar
3. Tamanho e ajuste corretos
EPI que não se ajusta ao corpo de quem usa perde eficácia — e cria resistência de uso, que é o principal motivo de acidente com equipamento disponível, mas não utilizado. Ter opções de tamanho no pedido, e não apenas o tamanho médio, evita esse problema antes que ele apareça na ponta.
EPI errado não é economia. É risco disfarçado de compra concluída.
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